Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Uma entrevista imaginada, quase real

Quando nos preparámos para fazer a entrevista imaginada, decidimos que ela seria o mais verosímil possível.

Tratando-se de uma autora contemporânea, muito interventiva nos Media, achámos que poderíamos encontrar algures as respostas para as perguntas que queríamos fazer.

 

Depois de lermos a obra, e na aula de Português, escrevemos as perguntas que queríamos fazer à autora.

 

in http://timeintelaviv.blogspot.com/womenwriters/

 

Escolhemos as seguintes perguntas:

 

  1. Porque e como decidiu ser escritora?
  2. Demorou muito a escrever este conto?
  3. Qual a moral deste conto?
  4. Este conto é autobiográfico?
  5. O que simboliza a Instrumentalina?
  6. Porque é que escolheu um fim tão trágico para a Instrumentalina?
  7. Porque é que a menina e o tio se reencontram apenas 30 anos depois?
  8. Qual foi o livro que mais gostou de ler?
  9. Gostou de ver algumas das suas obras adaptadas ao teatro e ao cinema?
  10. Porque não escreve mais livros para crianças/jovens?

 

Depois partimos à procura das entrevistas dadas pela autora e à procura das respostas que podíamos aproveitar.

Consultámos, entre outras, as seguintes entrevistas:

·        Lídia Jorge – Entrevistada por Andreia Azevedo Soares – Colecção Mil Folhas – Jornal Público

·        Em entrevista a Ana Sofia Calaça, «A literatura é um desafio perante o desconhecido» - Correio da Manhã/ Revista, Lisboa, 09/07/2000

·        Lídia Jorge in other words / Lídia Jorge por outras palavras - Interview with Lídia Jorge - Stephanie d’Orey – University of Massachusetts

·        Entrevista ao “Ensino Magazine”

·        Debate Nacional sobre a Educação - Entrevista a Lídia Jorge

·        Entrevista ao Jornal “Algarve Académico”

 

 

Depois de termos escolhido as respostas que mais nos serviam, refizemos as perguntas de forma a tudo parecer uma conversa seguida e natural.

 

Todavia, recordamos:

  1. Esta é uma entrevista IMAGINADA e as opiniões expressas não são as da autora, mas apenas a nossa interpretação daquilo que a autora PODERIA responder.
  2. Se bem que imaginada, esta é uma entrevista em que a larguíssima maioria do texto é a transcrição de respostas dadas pela autora a outros entrevistadores.
Publicado por Mariana às 14:44

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